Rio Claro: trilhas na Mata Atlântica e o sítio arqueológico de São João Marcos

Rio Claro: trilhas na Mata Atlântica e o sítio arqueológico de São João Marcos

Rio Claro combina natureza densa e história pouco comum — do primeiro sítio arqueológico urbano do Brasil a um distrito que carrega o nome de uma vila tcheca destruída na Segunda Guerra Mundial.

Trilhas e cachoeiras

São muitas trilhas pela Mata Atlântica, com passeio de moto, jipe ou a cavalo, além de mountain bike. No Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos — o primeiro sítio arqueológico urbano do país — também se pratica observação de aves.

Fazenda de São Joaquim da Grama

Foi sede administrativa do império da família Breves, conhecida como “Rei do Café”. Em seus arredores está a Capela de São Joaquim da Grama, declarada patrimônio cultural do estado pelo Inepac.

Lídice e a história da Segunda Guerra

O distrito recebeu esse nome em homenagem à vila tcheca de Lidice, devastada por ordem de Hitler, que acreditava (equivocadamente) que os moradores eram responsáveis pelo assassinato de um de seus colaboradores. Países aliados — Estados Unidos, México, Uruguai, Cuba e Brasil — decidiram homenagear a vila destruída dando o nome a uma localidade em cada território. Em junho, a Lídice brasileira celebra essa história com um evento próprio.

Como aproveitar

Dois dias cobrem as trilhas e a fazenda. Se a viagem cair em junho, vale incluir Lídice no roteiro para acompanhar a celebração.

Rio Claro: trilhas na Mata Atlântica e o sítio arqueológico de São João Marcos