
Quatis é destino de turismo rural: hotéis-fazenda, cachoeiras e um ritmo lento. O nome vem dos quatis, que são presença comum na região. É o tipo de cidade em que o programa principal é comer bem, andar devagar e conhecer história.
Feira da Roça
É a principal atração do município. Reúne verduras, legumes, queijos, linguiças, artesanato, cachaça, mel, biscoitos, plantas medicinais e comida típica — com forró de fundo. Vale organizar a viagem em torno do dia da feira.
Quilombo de Santana
Formado por remanescentes de escravizados, fica na parte alta do município, a cerca de 10 km da sede, e tem uma das vistas mais bonitas da região. Ali está uma igreja antiga onde foi enterrado o Barão do Cajuru.
A comunidade abriga também a Terra da Santa: a filha do Barão, que recebeu a fazenda como herança, doou terras aos ex-escravizados e criou a área. Os moradores se consideram responsáveis por cuidar dela, e há uma capela em homenagem a Sant’Ana.
Patrimônio histórico
A Estação Ferroviária, inaugurada em 1897, é parada obrigatória para quem gosta de arquitetura do período. No distrito de Ribeirão de São Joaquim há um conjunto de casarões coloniais que recuam o visitante ao Brasil do século XVIII. Pontes e viadutos antigos completam o circuito.
A Fonte Antônio Jacinto
Marco zero do município, a fonte é atração pela qualidade da água, à qual se atribuem propriedades terapêuticas. Os antigos dizem que ela muda de sabor conforme a hora do dia.
Como aproveitar
Um fim de semana basta, desde que caia no dia da feira. O Horto de Proteção Ambiental e o artesanato local completam o roteiro. É destino de carro: a distância entre os pontos é grande e não há transporte regular.


