
Maricá é a porta de entrada da Costa do Sol e tem uma geografia que poucos municípios do estado alcançam: 46 quilômetros de praias, seis lagoas, canais, ilhas, rios, cachoeiras, trilhas, grutas, serras e restinga. É bastante coisa para um só município, e explica por que dá para passar uma semana ali sem repetir programa.
O complexo lagunar
São seis lagoas — Araçatiba, Boqueirão, Barra de Maricá, do Padre, Guarapina, Jacaroá e Jaconé — ligadas ao mar pelos canais de Ponta Negra e de Itaipuaçu. Esse sistema é o que define a paisagem da cidade e cria as áreas de água calma, boas para quem viaja com criança ou quer remar sem enfrentar arrebentação.
As praias
As mais conhecidas são Ponta Negra, Jaconé, Barra de Maricá, Francês, Itaipuaçu e Recanto. A faixa de areia é longa e, fora dos fins de semana de verão, costuma estar vazia — uma diferença grande em relação às praias da Região dos Lagos mais ao norte.
Esporte e aventura
A Mata Atlântica preservada e o relevo acidentado fizeram de Maricá um ponto de voo livre, trekking e mountain bike. As serras que cercam a cidade têm trilhas de dificuldade variada, e várias terminam em mirante com vista para o sistema de lagoas e para o mar ao fundo.
Como aproveitar
A cidade fica a pouco mais de uma hora do Rio, o que a torna viável até para bate-volta. Mas o roteiro completo — praia, lagoa e serra — pede pelo menos dois dias. Vento e sol são constantes, então protetor e água entram na mochila mesmo nas trilhas curtas.
