
Magé, com 454 anos, tem um lugar central na história do Rio de Janeiro — foi ali que o padre José de Anchieta teria feito brotar água pura após um longo período de seca, e foi ali que nasceu a primeira ferrovia do Brasil e da América Latina.
Poço Bento
A água abençoada pelo padre Anchieta deu origem ao Poço Bento, alvo até hoje de peregrinações em busca de milagres. É o núcleo do turismo religioso do município, que reúne igrejas centenárias e espaços de fé cristã, espírita e de matriz africana.
Cachoeira Véu da Noiva
Com cerca de 110 metros de altura, a queda se transforma numa piscina natural de água transparente e gelada. É o passeio de natureza mais procurado do município e vale o dia inteiro.
A primeira ferrovia do Brasil
Construída em 1854 por iniciativa do Barão de Mauá, foi inaugurada com a presença do imperador Dom Pedro II. A Estação Guia do Pacobaíba, remanescente daquela obra, é tombada como Monumento Histórico Nacional pelo Iphan.
Quilombos
Magé tem três áreas de quilombos oficiais, reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares: Maria Conga, do Funil e um terceiro território, que preservam a memória e a cultura afro-brasileira na região.
Como aproveitar
Um dia para o circuito histórico — Poço Bento e a estação — e outro para a Cachoeira Véu da Noiva. É destino que rende bem um fim de semana completo.

