Quissamã: Lagoa Feia, quilombo da Machadinha e restinga

Quissamã: Lagoa Feia, quilombo da Machadinha e restinga

A três horas do Rio, Quissamã é conhecida como a Capital Cultural da Costa do Sol. A cidade junta três coisas que raramente aparecem no mesmo lugar: a maior lagoa do estado, um conjunto arquitetônico do ciclo da cana-de-açúcar e um complexo quilombola preservado.

Lagoa Feia

É a maior lagoa do estado do Rio de Janeiro e a segunda maior de água doce do Brasil. O espelho d’água comporta esportes náuticos e o entorno é plano, o que favorece caminhada e passeio de bicicleta — a cidade tem vocação para atividade ao ar livre e aposta nisso.

Restinga de Jurubatiba

Praias e lagoas de Quissamã são emolduradas pela vegetação nativa do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, com ecossistema rico em espécies raras. As palmeiras imperiais são a marca da paisagem local e aparecem em quase todo cartão-postal da cidade.

O complexo quilombola da Machadinha

É o ponto mais forte de Quissamã. O complexo preserva senzalas, capela e ruínas do período da cana, mas o que impressiona é a comunidade viva que mantém ali seu modo de vida. É patrimônio imaterial, não apenas construção — e é difícil sair de lá indiferente.

O ciclo da cana

Casarões, igrejas e outras construções do século XVIII espalhados pelo município contam o período em que a região vivia do açúcar. O roteiro histórico se estende às fazendas e alambiques, que também abrem para visita.

Gastronomia e planejamento

A cidade tem gastronomia típica de forte caráter rural, ligada às fazendas. Dois dias dão conta do quilombo, da lagoa e do circuito de casarões. Como fica a três horas do Rio, não é destino de bate-volta — vale dormir na cidade.

Quissamã: Lagoa Feia, quilombo da Machadinha e restinga